Mulheres de Chico

20/03/2012 18:26

 

Mulheres de Chico em edição especial

FOTO: DIVULGAÇÃO
Grupo já faz parte do calendário oficial do carnaval do Rio de Janeiro
 

 

VOLTA REDONDA

O Cultura para Todos apresenta hoje uma edição especial do projeto com o grupo Mulheres de Chico. A apresentação será no Cine Nove de Abril, às 19 e às 21 horas. Os ingressos já estão sendo trocados por um litro de leite em caixinha na secretaria do teatro.

O grupo, integralmente feminino, é formado por 30 batuqueiras oriundas de vários blocos do Rio de Janeiro, mas que possuem algo em comum: a admiração pelo compositor, cantor e poeta Chico Buarque de Hollanda. O bloco, idealizado pelas cuiqueiras Gláucia e Vívian, ganhou as ruas do Rio de Janeiro no final de 2006, chamando a atenção dos foliões que foram assistir ao primeiro desfile da turma, no Leblon, no carnaval de 2007. 

Com cerca de 30 batuqueiras, as integrantes tocam repertório composto apenas de músicas de Chico Buarque, como Cotidiano, A volta do malandro, Quem te viu, quem te vê, Feijoada completa, Construção, entre outros.

Com as cores vermelho e rosa no seu estandarte, o Mulheres de Chico já faz parte do calendário oficial do carnaval do Rio de Janeiro e vem conquistando um público de idades e perfis variados com charme, animação, figurinos e adereços alegres e descontraídos.

Em 2006, quando as batuqueiras prepararam seu primeiro desfile carnavalesco, a proposta posta em prática foi interpretar as canções dentro de uma estética inusitada, com destaque para a formação instrumental tradicional das escolas de samba. 

Assim nascia o Bloco Mulheres de Chico (MDC), que logo chamou a atenção dos foliões que foram assistir ao seu primeiro desfile no estilo concentra-mas-não-sai. Desde então, o grupo feminino vem recriando a obra de Chico, ganhando visibilidade no cenário musical brasileiro com arranjos que exploram ritmos como o samba, o ijexá, o côco, o jongo, a marchinha, o maculelê e o funk carioca. A consagração se deu em 2008, quando o bloco tocou na famosa Feijoada da Estação Primeira de Mangueira.

xt-ali uPx  e-height:normal'>Além dos manifestos e artigos, Ledo deixou escrito o drama O Órfão. Morreu em sua fazenda em Macacu, na região norte do Estado do Rio de Janeiro, em 19 de maio de 1847, aos 66 anos de idade, sendo seu corpo traslado para a cidade do Rio de Janeiro.